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sábado, 31 de outubro de 2009

REC


Digam o quiserem, mas REC pra mim é um dos melhores filmes de terror/zumbi dos últimos tempos! Tive a sorte/azar de assistir no cinema e, de fato, saí de lá com o c* na mão de medo! Fui assistir ao filme meio a contragosto, já esperando mais um filme de zumbis, manjado as usual, apenas com o diferencial de ser no formato Bruxa de Blair/Cloverfield. Mas eu como um bom fã de filmes de zumbi, fui lá ver o bendito filme de terror Espanhol! E realmente, o filme é mt bom!


REC reinventa o modo de assustar e surpreender. Ao longo do filme dá pra saber o q vai acontecer em “N” cenas, msm assim, é assustador é o pulo da cadeira é inevitável! Quem dirá então aquela virada de rosto na hora do susto! Não assisti a adaptação Hollywoodiana Quarentena, mas acredito que o fato do REC ser em Espanhol, acaba dando um pouco mais de nervoso! Há de se convir que tem uma hora em q o filme cai no limbo e fica chato, mas vale a pena persistir! E o final, não adianta, é surpreendente! Atrelar zumbis com aquela teoria no final foi digno de criatividade 10! Sim, estou instigando a curiosidade de quem não viu o filme pra ver!


O filme aparenta simplicidade, e assim é. Uma repórter faz um trabalho noturno acompanhando ao vivo um grupo de bombeiros no meio da madrugada e vão parar num prédio pra salvar uma velha. Quando chegam lá, acabam lacrados dentro do prédio, cercados por guardas e sem nenhuma explicação plausível. Até que entra um cara todo protegido como se fosse mexer em algo radioativo e diz que todos estão expostos a algum tipo de doença. Daí pra frente vcs sabem o q acontece! E é claro, td isso sendo filmado pelo câmera-man da repórter! Aparentemente já saiu a continuação e prometeram REC 3 pra 2010, vamos ver no q vai dar. Esqueça os zumbis lerdos e tapados q tropeçam nos próprios pés, imagine mortos-vivos tão agressivos como predadores, assista REC!



FICHA TÉCNICA DA PELÍCULA:

Nome Original: REC
Direção: Jaume Balagueró
Produção: Jaume Balagueró
Roteiro: Jaume Balagueró
Elenco: Manuela Velasco
Javier Botet
Manuel Bronchud
Martha Carbonell
Claudia Font
Vicente Gil
Filmagem: Pablo Rosso
Lançamento: Novembro de 2007
Duração: 75min

Nota do Buteco: 10 Chopps!

Todo Mundo Quase Morto


Depois do mediano Despertar dos Mortos, e do horroroso Diário dos Mortos, dou a sorte de escolher aleatoriamente Shaun of the Dead - ou, na péssima tradução, Todo Mundo Quase Morto -, me surpreender demais e compensar os outros dois.

A história se passa em Londres, onde Shaun mora com o amigo Ed, um vagabundo sem nada pra fazer na vida, e com Pete. No começo do filme, já nota-se que não é um filme de zumbi qualquer: ninguém parece perceber o que acontece; o filme é todo direcionado à vida de Shaun e os zumbis são apenas o contexto. É lógico que aquela diversão em matar os zumbis está presente, principalmente se for das formas mais tensas possíveis, assim como as características físicas dos mortos-vivos: andar lento, a leseira, e o único instinto de caçar carne humana.

Outra coisa notável é a qualidade do filme. Filmes de mortos-vivos tendem a ser toscos, com maquiagens toscas e diálogos toscos. Em Shaun of the Dead não vemos nada disso. E o mais importante e talvez o que faça esse filme ser um destaque são as referências.

O site Boca do Inferno listou as referências que aparecem no filme. Algumas são logo notáveis, outras nem tanto:

- Shaun trabalha numa loja chamada "Foree Electronics", referência ao ator Ken Foree, do clássico DAWN OF THE DEAD (1978), que também fez uma ponta no recente MADRUGADA DOS MORTOS (2004).

- O nome da mãe de Shaun é Barbara. Em uma cena, seu amigo Ed diz: "Nós viemos pegá-la, Barbara". É uma referência ao início do clássico A NOITE DOS MORTOS-VIVOS (1968), quando um casal de irmãos está no cemitério e o rapaz assusta a moça dizendo: "Eles estão vindo pegá-la, Barbara!".

- Em uma das entrevistas sobre o fenômeno zumbi na TV, o apresentador diz que, ao contrário do que se especulava, o vírus não foi disseminado por macacos - numa referência à forma de contágio mostrada no também inglês EXTERMÍNIO (2002).

- Em certo momento, Shaun liga para o "Fulci´s Restaurant", um restaurante de frutos-do-mar, numa homenagem ao lendário diretor italiano Lucio Fulci.

- Algumas das frases ditas pelo apresentador de telejornal (especialmente a parte de "separar a cabeça ou destruir o cérebro" para eliminar os zumbis) são idênticas às frases usadas no telejornal do clássico A NOITE DOS MORTOS-VIVOS.

- Na sala de estar da casa de Shaun e Ed existe um pôster do filme japonês BATTLE ROYALE (2000).

- Em uma cena cortada, Pete, que divide a casa com Shaun e Ed, diz que na faculdade havia se vestido de Frank'n'Furter, numa referência ao clássico cult movie THE ROCK HORROR PICTURE SHOW (1975).

- Várias vezes durante o filme pode-se ver o logotipo de uma pizzaria chamada "Bub's Pizzas", que fica ao lado da loja de conveniência onde Shaun faz suas compras. Trata-se de uma referência ao zumbi Bub, de DIA DOS MORTOS (1985).

- Antes do holocausto zumbi começar, o noticiário informa que estranhos fenômenos estão acontecendo depois que uma sonda especial chamada Omega 6 entrou na atmosfera terrestre. Esta é a mesma explicação para a ressurreição dos mortos em A NOITE DOS MORTOS-VIVOS de 68.

- Em A DANÇA DA MORTE, livro de Stephen King que virou uma minissérie de TV nos anos 90, também é uma "supergripe" que mata a maior parte do planeta - mas lá eles NÃO viravam zumbis.

- Quando Shaun e Ed estão repassando o plano para ir resgatar a mãe e a namorada de Shaun (cena repetida três vezes), ouve-se trechos da trilha sonora composta pela banda Goblin para o filme DAWN OF THE DEAD.

- A cena final - onde Shaun, Ed, David, Liz e Dianne apontam armas e pedaços de vidro um para o outro - é uma referência ao final de CÃES DE ALUGUEL (1992), de Quentin Tarantino, onde os personagens ficam com as armas apontadas um para o outro. Shaun até grita: "Pare de apontar esta arma para a minha mãe!", em referência ao diálogo de Chris Penn no filme de Tarantino: "Pare de apontar esta arma para o meu pai!".

- O rifle winchester encontrado no interior do pub é do mesmo modelo das armas usadas em A NOITE DOS MORTOS-VIVOS de 1968.

- A morte de David é uma recriação da morte do Capitão Rhodes em DIA DOS MORTOS.

- A cena em que Dianne desaparece em meio à multidão de zumbis na porta do pub é uma citação ao clássico A NOITE DOS MORTOS-VIVOS, onde a mesma coisa acontece com Barbara.

- Ao falar a seus colegas funcionários de loja, Shaun diz que “Ash” não pôde ir trabalhar porque estava doente. É uma citação ao famoso herói da trilogia EVIL DEAD, de Sam Raimi, interpretado por Bruce Campbell.

- Outra citação de EVIL DEAD acontece quando Shaun encontra o colega Pete transformado em zumbi. Ele diz: “Se você melhorar, pode... juntar-se a nós” (em inglês, “Join us”). Quando possuídos, os demônios de EVIL DEAD ficavam repetindo: “Join us! Join us!” (Junte-se a nós!).
- Shaun e Liz escapam do porão do pub em um elevador. É uma homenagem ao filme DIA DOS MORTOS. O controle com o botão que aciona o elevador é idêntico ao usado no filme de George A. Romero, e Shaun aciona o controle de forma idêntica ao ator Bill McDermott no filme de 1985.
- Nos créditos finais, toca a famosa musiquinha do shopping-center de
DAWN OF THE DEAD - que também tocava nos créditos do filme de 1978.


Enfim, recomendo!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Zombi 2


Também conhecido por Zombie nos EUA, Zombie Flesh Eaters no UK, e no mundão a fora como Island of The Living Dead, Zombie Island e Woodoo! Mas usemos o título original, italiano, assim como o Mario! xD Até onde tenho conhecimento (seja curto ou não), esse foi o primeiro filme de zumbi q eu vi onde é falado em vudú! Mas antes de começar a malhar o filme, vou esclarecer uma coisinha! Afinal Wendel, pq Zombi 2? Um filme tão tosco por ter tido 1 primeiro filme? Claro q pode! mas o mais interessante é que o antecessor não é oficial! Acreditem ou não, o diretor Lucio Fulci quis pegar carona no sucesso de Despertar dos Mortos e jogou essa de continuação! Na Itália, o filme de George. A. Romero levou o título de Zombi, por isso o 2 nesta continuação tosca! Agora sim, vamos ao filme! o/

Td começa quando um barco abandonado chega a NY e de dentro dele sai um zumbi tenso q mata um policial. Então acham a filha do dono do barco que alegou que o pai estava desaparecido a 3 meses, mas ninguém informa nada a ela. Até que aparece um repórter galanteador disposto a ajudá-la e juntos rumam para a suposta ilha onde o pai da moça havia viajado, Matul. A fama da ilha não é boa, dizem que os mortos se levantam para atacar os vivos, vc sabe como é né! Os únicos na ilha, tirando o próprio povo que ta morrendo por um tipo de praga, são o Dr. David, sua esposa e uma enfermeira. O médico está disposto a decifrar o enigma dos mortos vivos, fazendo de td para não acreditar em vudú, apesar de todos na ilha só falarem disso. Ao longo do filme, pode-se ouvir vários tambores tensos. Com a ajuda de um casal, o repórter Peter e a srta Anne chegam a Matul e lá encontram o médico e descobrem que de fato os zumbis existem! O resto, vcs podem imaginar! =P

O filme tem duas cenas q merecem ser citadas, uma delas foi na hora q a esposa do médico vai morrer, q tem seu olho perfurado lentamente por um pedaço de madeira! Mas é tão tenso, tão tenso q dá pra virar o rosto na hora! Essa cena foi cortada em várias edições, mas já se consegue versões full do filme! A outra, e pra mim a melhor do filme, é a cena em que a mulher do barco está mergulhando pra tirar fotos e aparece um tubarão. Ao se esconder num rocha, aparece um zumbi! Sim! Michael Phelps style, o zumbi parte pra cima da mulher q foge após esfregar um coral na cara do monstro! Mas não acaba aí! O tubarão ataca o zumbi q arranca um pedaço do tubarão e come! Já o bicho na raiva, arranca o braço do zumbi q tem sangue verde e vai embora!



Enfim, o filme é tosco. As interpretações são péssimas, assim como os atores, os efeitos são toscos e a trilha sonora é bizonha! Mas a maquiagem está mt bem feita e a história consegue ser boa. É aquela coisa, é tosco e mal feito mas virou cult! Então, vale a pena assistir pelo menos 1 vez. Afinal, quantos filmes de morto-vivo vc já viu onde tem um zumbi nadando no mar e lutando com um tubarão? ;)



FICHA TÉCNICA DA PELÍCULA:

Nome Original: Zombi 2
Direção: Lucio Fulci
Produção: Fabrizio De Angelis e Ugo Tucci
Roteiro: Elisa Briganti
Elenco: Tisa Farrow
Ian McCulloch
Richard Johnson
Dakar
Lançamento: Agosto de 1979
Duração: 91min

Nota do Buteco: 2 Chopps!

Resident Evil 3: Extinção

Depois de um bom filme, que foi o Resident Evil: O Hóspede Maldito, e cagarem a história na continuação em Resident Evil 2: Apocalipse, eis que conseguiram salvar um pouco (eu disse só um pouco) em Resident Evil 3: Extinção! Devo adiantar que sou um grande fã da franquia de jogos (Inclusive estou jogando o 4 de novo) e vi os filmes com uma pontada de dúvida se seria uma boa adaptação. Well, foi razoável, mas sempre pode ser pior!

Depois do final trágico em RE2: Apocalipse, temos o globo devastado, como um grande deserto, onde os sobreviventes ficam na estrada, ou alocados em algum ponto específico. Temos então a base da Umbrella, no sub-solo, onde são feitas experiências com os zumbis e pesquisas do Programa Alice. Inclusive, os zumbis estão se acumulando na superfície em volta da base (oi, Dia dos Mortos?). Temos então a espetacular Milla Jokovich, em seu maravilhoso papel de Alice, viajando pelo deserto caçando a Umbrella e desenvolvendo seus poderes psíquicos! Em outro ponto, temos Oded Fehr como Carlos Oliveira e a linda Ali Larter como Claire Redfiled com seu comboio de sobreviventes em busca de um lugar para viver.



O filme funciona bem. Sem muitos sobreviventes, muitos bonzinhos morrendo, e a história até que não ficou tão ruim. By the way, rolou um back to the roots incluindo uma versão mais poderosa do Tyrant (jogo do RE1 quem lembra?). Os zumbis modificados também foram uma boa sacada, exceto pelo conteiner sem fundo de onde saem zumbis infinitamente! xD Pontos negativos pros mil clones da Alice (que achei meio nada a ver) e pra essa terrível mania de jogarem os personagens do jogo no meio dos filmes, sem nexo, lógica e história NENHUMA! O que fizeram com a Claire Redfield?? E o Wesker? Sem falar na Jill no filme anterior que desapareceu na continuação sem nenhuma explicação. Enfim, apesar de tantos pontos negativos, o filme é legal. Pelo menos eu curti! Encarando o filme como um universo paralelo à história do jogo e ignorando os personagens mal situados, sim, é um bom filme! Recomendo! ^_^ Ah sim, congratulations para a Soundtrack dos 3 filmes que é sensacional! E a continuação? Será que o Afterlife sai?



FICHA TÉCNICA DA PELÍCULA:

Nome Original: Resident Evil: Extinction
Direção: Russell Mulcahy
Produção: Paul Anderson
Jeremy Bolt
Roteiro: Paul Anderson
Elenco: Milla Jokovich
Oded Fehr
Ali Larter
Ashanti
Iain Glen
Matthew Marsden
Chris Egan
Spencer Locke
Jason O'Mara
Mike Epps
Música: Charlie Clouser
Lançamento: Setembro de 2007
Duração: 95min

Nota do Buteco: 6 Chopps!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Diário dos Mortos


Um grupo de estudantes de cinema se unem para fazer um filme de terror sobre uma múmia morta-viva. Paralelamente a isso, no mundo, mortos voltam à vida e deixam todos assustados.

Esse é o enredo do filme, que tenta ser um "Zumbis de Blair", com o intuito de nos assustar mais. Assim, talvez você se assuste em uma ou duas cenas. Talvez. Mas o pior mesmo são os efeitos especiais: um personagem joga algum tipo de ácido na cabeça de um zumbi tosco, que começa a derreter; outro tem os intestinos explodindo pra fora, e a pior, definitivamente, é uma zumbi amarrada numa árvore pelos cabelos, que, ao levar um tiro de uma 12, fica só com a cabeça - ou o que sobrou dela.

Talvez a ironia do filme consista na reflexão que os personagens fazem acerca da situação. Jason, o camera man, apesar do caos, continua registrando. Deb, sua namorada e narradora do filme, faz uns comentários impertinentes e reclama, reclama reclama, e também consegue fazer relacionar a epidemia dos zumbis com os seres humanos, e todo aquele clichê. Enfim, quem falou que o tempo melhora as pessoas? George Romero falhou nesse filme, de forma grave. Na boa, se houver alguma entrelinha, não foi só eu que deixei passar.

Trailer:

Notas

A musa do TT, Jessica Biel, é a estrela do filme Fucking Engaged, que fala de um casal que faz um pacto para transarem todos os dias. Oi peitos, mãos naquilo, aquilo nas mãos...



Novo filme da franquia Alien, diz Ridley Scott, será um prelúdio, 30 anos antes do original. Será? Essa onda de fazer "A Origem" não me atrái...



Leandra Leal está cotada para drama do diretor do filme da Rita Cadillac (cada uma que me apronta...), ao lado de Cauã Reymond que, ao que tudo indica, será um gay apaixonado pelo homem de Leandra. Antes da Noite é o nome, e o roteiro é de Hilton Lacerda (do ótimo A Festa da Menina Morta).



Nowhere Boy, filme que retrata John Lennon em sua adolescência, ganhou um trailer:




Novo trailer de Alice no País das Maravilhas:

Extermínio



Sensacional!
Bom, como fã de filmes gore/splatter e sem sentido que só querem trazer um horror divertido em forma de zumbis ao espectadores, tenho que repetir: SENSACIONAL!

Extermínio não é só mais um filme daquilo tudo que eu disse ali em cima. É um filme que não agride a nossa inteligência ou sensibilidade.

Antes de tudo vamos explicar a lógica do zumbi:
Alguém que morre, volta e fica caindo em pedaços atrás de carne ainda viva, sangue quente. Ok? estamos entendido?
O Professor Romero (Me deu aula de Biologia e sociologia) ensinou também que não basta ter 1 zumbi decrépito atrás de vc, para assustar as crianças de hj, são necessários zumbis em massa, que parem carros/caminhões e subam em cima de vc, desafiando a lei que diz pra dois corpos não ocuparem o mesmo espaço. Entretanto, os criadores de Extermínio não fizeram mais um filme de zumbi... É algo novo e que realmente tem horror em suas entranhas.

Para começar, os zumbis do filme não são mortos-vivos (living deads / undeads), são pessoas como nós que contraíram uma doença. "Ahhhh!" vc pensou! "Vários filmes fizeram isso!" SIIIIMMMM!!! Eu te digo! Mas meus caros... A doença é uma que existe!

É a RAIVA!

Saca aquele negócio que faz cachorro espumar, e ter q ser sacrificado? Então! Os zumbis de Extermínio são humanos raivosos que correm atrás de vc só pq estão insandecidos!

Depois dessa diferenciação básica (e sem mais lenga-lenga), vamos a história!

Um grupo de eco-ativistas atenta contra um laboratório de pesquisas em macacos, e acabam sendo atacados por um dos símios infectados!
Em Londres, 28 dias depois (DAÍ VEM O NOME ORIGINAL!), Jim (Cilian "Espantalho" Murphy) acorda em um hospital sem ter ninguém por perto. Nem no hospital, nem na RUA, NEM EM LUGAR ALGUM! E vagando pela cidade, vê as manchetes, dizendo que a cidade foi evacuada!

**As imagens de Londres vazia tiveram que ser feitas em filmagens rápidas, enquanto o trânsito era parado em ruas adjacentes.**

E realmente a sensação de vazio foi captada... Para se ter noção, o maior susto na cena é o alarme de um carro! Estar sozinho por si só já é apavorante!

Então, na busca por respostas, Jim descobre que os Zumbis não toleram a claridade, e que a doença é transmitida pela saliva ou pelo sangue. Assim, quando mordido, a pessoa tem menos de 30 seg para ser morto, ou então se tornará um deles! Ele se junta com uma sobrevivente (chapa-quente-com-machete+3-contra-zumbis) e uma garota e seu pai, e partem para Manchester, após ouvirem no rádio, um chamado do exército atrás de sobreviventes.

Para não estragar mais a surpresa, e a história, paro por aqui! Mas vejam esse
filme, não pelos zumbis, ou pelo sangue fresco, mas pela ótica de que nas situações mais perigosas, é que se necessita que o homem seja forte, porém, são nessas mesmas horas em que tudo que queremos é ser só um homem! Extermínio nos faz identificar-mos com os personagens, porque sabemos que em situações parecidas, iríamos fazer o mesmo!

Feito com apenas 8 Milhões, e um elenco que pela primeira vez tinha um grande filme pela frente, o forte é a direção de Danny "Trainspotting" Boyle, que priorizou a história e renovou o gênero!

Assistam! Os zumbis correm, cara!
Nota: 9 Blood Marys! Ou 4 Brain Hemorrages! ;)








Ficha:

Nome Original: 28 Days Later
País/Lançamento: Inglaterra / 2003
Diretor: Danny Boyle
Roteiro: Alex Galard
Atores: Cillian Murphy , Naomi Harris , Megan Burns , Brendan Gleeson , Christopher Eccleston

Tem uma série de comics que foram feitas na época do filme ai na net, quem quiser comprar ó:
http://www.amazon.com/Days-Later-Aftermath-Steve-Niles/dp/0061236764

Ou assistir:


Trailer do filme:

Resident Evil - Apocalipse


Após o final com gostinho de continuação de Resident Evil( RE) o Hospede Maldito, confesso que fiquei ansiosa para assistir RE – Apocalipse. Lembro que fui ao cinema com dois amigos fanáticos pelo game e pelo primeiro filme, e a compulsão deles pelo o filme me fez criar uma boa expectativa para a continuação. Bem, esse minha BOA expectativa cai por água logo nos primeiro minutos do filme. O filme começou estranho, muita ação, roteiro confuso, escuro d+, zumbis d+, Alice (Jovovich) estava com poderes, MUITOS poderes. Achei tudo muito estranho.


O filme pega o gancho e acompanha a luta de Alice (Jovovich) novamente, agora presa dentro de uma cidade, Raccoon City, contaminada pelo tal componente químico da empresa malvadona Umbrella, que transforma os seres humanos em zumbis que se alimentam de carne humana, transformando os seres sadios em figuras mortas-vivas apenas com uma mordida.


Alice não vai ser a única caçada pelos zumbis, cães mortos-vivos e o super monstro ( Nemesis com sua bazuca) que mas me pareceu um monstrinho de desenho animado(sério!). Ela é acompanhada por Jill Valentine (Sienna Guillory, que deve ter sofrido ao compor sua personagem, também vinda dos games – sua Valentina sofre um sério distúrbio de personalidade, às vezes é forte e destemida, outras vezes fraqueja e transparece fragilidade), Carlos Oliveira (Oded Fehr), Major Cain (Thomas Kretschmann) e mais alguns outros futuros cadáveres ambulantes.


O miolo do filme se baseia em lutas, tiros, lutas, perseguições, tiros, lutas, Alice (igual ao homem aranha), perseguições, Alice quebrando o dedo, zumbis, Nemeses, bazuca, explosões, Alice pelada (mais uma vez), luta, mordidas, zumbis ..... tudo isso por causa do cientista (Jared Harris) que tentará manipular os sadios dentro da cidade para tentar resgatar sua filha que ficou dentro da cidade infestada. O final mais uma vez nos leva á esperar pela continuação.


Peço desculpas para aqueles que gostaram deste filme, mas ele na minha opinião é horrível, poxa nem a trilha salvou dessa vez. Aposto que o roteirista estava doidão ao escrever. Ah não posso esquecer de citar a luta, MARAVILHOSA (leiam com ar de desdém) do Nemesis com a Alice. O que é isso???? O nemesis fez papel de trouxa.


Enfim, me decepcionei como filme. E vai um conselho de amiga, assitam a noite dos mortos vivos que vocês vão se divertir mais. Aff


Resident Evil 2: Apocalipse
(Resident Evil: Apocalypse, 2004)


» Direção: Alexander Witt
» Roteiro: Paul W.S. Anderson
» Gênero: Ação
» Origem: Alemanha/França/Reino Unido
» Duração: 94 minutos
» Tipo: Longa-metragem


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Notas

Atividade Paranormal está dando o que falar. Alguns já o colocaram na lista dos 5 melhores filmes de terror de todos os tempos, outros ousam dizer que é o melhor. O diretor novato Oren Peli - que fez o filme com um orçamento chulo de 10 mil dólares e rendeu 61 milhões só na primeira semana - já tem propostas de 6 estúdios e produtoras para seu novo filme, Area 51.



Milla Jovovich, estrela da franquia Resident Evil, será uma mulher que, ao ser violentada por um assassino, acorda num num hospital com a incapacidade de reconhecer o rosto das pessoas. Julien Magnat dirigirá e assinará o roteiro de Faces in the Crowd.



Como agora é moda lançar filme de vampiro e continuações bizarras (Duro de Matar 4.0), Garotos Perdidos pode voltar com seu terceiro filme da franquia. Corey Feldman (Meus Vizinhos são um Terror) será Edgar Frog. A direção é de Dario Piana e o filme irá direto para DVD, em 2010.



Mais vídeo de Lua Nova:

Eu Sou a Lenda


Eu Sou A Lenda, de Francis Lawrence, é um filme de zumbis mais moderninhos. Não tem aquele espírito trash da maioria dos outros filmes do gênero. Na verdade, os zumbis, nem são zumbis; são apenas seres humanos afetados por um vírus aparentemente sem cura. Assemelha-se à Resident Evil.

A história, tem como personagem principal Robert Neville, um cientista e talvez único ser humano resistente ao vírus que exterminou a população de Nova York.

Robert, vive sozinho na cidade (claro, só ele era imune). Vai ao supermercado, à locadora, conversa com os manequins... Sua única companhia é sua Pastor Alemão. Os outros habitante da cidade, não podemos dizer que sejam exatamente companhia. Ele convive diariamente com a perseguição das vítimas do vírus, que tentam atacá-lo. A única forma de fugir destas criaturas mutantes, é permanecer na claridade, na luz.

Todos os dias, Robert, anda pela cidade enviando mensagens de rádio para possíveis sobreviventes. Mas nunca, nunca recebe nenhum sinal. Então volta para casa e continua seus estudos sobre o vírus, na intenção de encontrar a cura.

Mas um beeelo dia... para surpresa do cientista, dois sobreviventes aparecem, Anna e um garoto. Eles estavam indo até a colônia de sobreviventes, mas não tinham nenhuma certeza de que esse lugar existia.



História bem bolada, bem desenvolvida. Pra quem gosta do gênero, é filme obrigatório! E o coração brasileiro, o espírito nacionalista ficam gratos também! Ver Alice Braga contracenando com Will Smith dá a certeza de que o Brasil ainda tem muita coisa boa pra mostrar!


Ficha Técnica

título original: I Am Legend

gênero: Ficção Científica

duração: 01 hs 41 min

ano de lançamento: 2007

direção: Francis Lawrence

roteiro: Mark Protosevich e Akiva Goldsman, baseado em roteiro de John William Corrington e Joyce Hooper Corrington e em livro de Richard Matheson

Resident Evil ( O hóspede maldito)


Antes de tudo tenho que confessar que sou apaixonada por esse filme. Não pelas técnicas cinematográficas, pelos atores, ou pelo game, mas pela trilha sonora. SIM, ela é maravilhosa (estranho para alguns, essa minha admiração). Não imagino o inicio do filme sem a trilha instrumental feita pelo Marilyn Manson (Main Title Theme). Vocês devem está pensando que sou fã de Manson e Cia, e nem é bem isso. Algo da trilha mexeu comigo, pode ter marcado fases da minha adolescência, sei lá.Acho que é isso.

Bem, mas para aqueles que ainda não assistiram ao filme, e não entenderam o que falei, vou contar um pouco da historia.
No início deste século, a Umbrella Corp. é (ou foi, será, tanto faz) a empresa mais poderosa e conhecida do mundo e desenvolve secreta e ilegalmente pesquisas biológicas. Um vírus venenoso é solto na companhia (uma imensa "colméia”, como é chamada no filme, enterrada centenas de metros sob o solo), e o computador central, que coordena todas as funções da colméia, vê-se obrigado a matar todos os empregados, que são transformados em zumbis pelo vírus. Então chega uma equipe de fora para averiguar os acontecimentos.


Essa equipe é formada por, entre outros integrantes, as personagens de Michelle Rodriguez (Rain) e Milla Jojovich (Alice, uma segurança da mansão que servia de fachada para a empresa subterrânea). O desenrolar da história, pelo menos até a metade, se passa na casa (colméia) onde ela possui apetrechos mecânicos capazes de matar seus visitantes rebeldes, isso tudo controlado pelo computador central. Infelizmente no final ficam muitas perguntas a serem respondidas, para uma inevitável continuação (que já foi produzida pelo mesmo diretor – Paul Anderson).





Vale ressaltar que este primeiro filme, é um pouco mais fiel á historia do game( digo isso porque á continuação do filme, não leva muito á serio a história dos games, pelo menos pelo pouco que sei). Muitos elementos estão presentes: zumbis, a mansão, um vilão monstruoso, um bom arsenal, alguns sustos e, claro, personagens estereotipados. Enfim, voltando à trilha sonora citada no inicio, ela é composta, na sua maioria, por músicas de Marilyn Manson. Outras bandas, do mesmo “estilo” de Manson também tem uma pequena contribuição, Rammstein, Slipknot ( com a música, My Plague) e Method Man. Uma banda que apareceu e que me deixou surpresa, foi Depeche Mode com Dirt.


Muitos críticos não gostaram do filme e muito menos da trilha, digo que Residente evil não chega a ser uma catástrofe: como puro e simples entretenimento, é um filme interessante, a historia é curiosa, e alem disso nos diverte com o seu visual dark e com os zumbis famintos. Enfim para os que gostam do game(mesmo não sendo tão fiel) o Resident Evil ( O hóspede maldito) é de grande valia.

_ Ah, eu não sei muito sobre o game, deve ser por isso que gostei do filme!

---- Só como curiosidade, este é o mesmo diretor que dirigiu uma outra adaptação dos games para o cinema: "Mortal Kombat".

Ficha técnica:
título original:Resident Evil
gênero:Terror
duração:01 hs 40 min
ano de lançamento:2002
site oficial:http://www.spe.sony.com/movies/residentevil/
estúdio:Constantin Film Produktion GmbH / Davis Films / Impact Films / Intermedia Films / Metropolitan / New Legacy
distribuidora:Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment
direção: Paul Anderson
roteiro:Paul Anderson
produção:Paul Anderson, Jeremy Bolt, Bernard Eichinger e Samuel Hadida
música:Marco Beltrami
fotografia:David Johnson
direção de arte:Jörg Baumgarten e Tony Reading
figurino:Richard Bridgland
edição:Alexander Berner
efeitos especiais:AMX Studios Ltd. / MagicMove




TRILHA

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Dia dos Mortos


"Primeiro houve a Noite dos Mortos Vivos, depois o Despertar dos Mortos... E agora virá o Dia mais negro e aterrorizante que o mundo já viu!"

E com esse slogan, George A. Romero lançou a 3ª parte de seus filmes de zumbi! E é perceptível a evolução, tanto da história, como no roteiro e na produção do filme! Pra vcs terem uma idéia, Romero na época disse que O Dia dos Mortos seria o E O Vento Levou dos filmes de Zumbi! Enfim, exagerado né? =P

Apesar de suceder o Despertar, um não tem relação com o outro, como todos os filmes dele. Após dominação dos zumbis por todo lugar, um pequeno grupo está numa base militar subterrânea tentando descobrir um modo de acabar com essa epidemia e ouvindo poucas notícias do mundo lá fora. Temos 3 grupos distintos: os cientistas que estão tentando de tudo pra descobrir algo sobre os zumbis (inclusive tentando adestrar zumbis!), os militares que estão lá pra proteger (mas já estão fartos dos cientistas), e os civis que estão lá na m3rda apenas para servir os 2 grupos anteriores! O grande "bum" da trama é quando eles ficam praticamente sem esperanças achando que são os únicos sobreviventes no planeta! Daí vcs sabem né, gente no desespero acontece o q? xD

O filme tem cenas bem memoráveis, como os ataques insanos sofridos por um soldado esquizofrênico que é namorado de uma cientista, e, praticamente a melhor de todas, o processo de treinamento do zumbi Bub, que pra mim vale o filme! Afinal, o Dr. Frankstein prova que os zumbis tem cérebro (?!) e podem ser treinados e esquecer de sua fome por carne! Enfim, o diferencial desse filme é que pela primeira vez (creio eu) alguém tenta explicar como funcionam os zumbis do ponto de vista médico/técnico/whatever! A maquiagem dos morto-vivos está aprimorada, os (de)feitos especiais tb evoluíram bastante, e os atores até q não estão tão ruins assim! Enfim, vale a pena conferir!

Frase memorável do filme: "What the fuck is wrong with you people? They are dead! They are fucking dead!"



FICHA TÉCNICA DA PELÍCULA:

Nome Original: Day of the Dead
Direção: George A. Romero
Produção: Richard P. Rubinstein
Roteiro: George A. Romero
Elenco: Lori Cardille
Terry Alexander
Joe Pilato
Jarlath Conroy
Anthony Dileo Jr.
Richard Liberty
Sherman Howard
Lançamento: Julho de 1985
Duração: 102min

Nota do Buteco: 7 Chopps!

Notas

J.J. Abrams escreveu um roteiro para uma nova versão de Superman. Cara, eles não desistem! Mas, vindo de quem vem, até dá para ansiar por alguma coisa...



Martin Scorcese dirigirá o longa sobre a vida de um dos maiores cantores estadunidenses, Frank Sinatra. Leonardo DiCaprio, George Clooney e Johnny Depp estão cotados para o papel. Uns querem mostrar apenas os podres, outros querem mostrar apenas o lado bom, e outros querem um misto disso. Sei lá hein!



Quentin Tarantino terá motivos para ir ao cinema (?). Depois de elogiar a cultura pulp em Pulp Fiction, Doc Savage - um dos ícones do "movimento" - será adaptado para as telonas. Mas quem estará por trás das câmeras não é o Taranta.



A nova empreitada dos Irmãos Coen poderá ser o remake do clássico de John Wayne, True Grit, traduzido como Bravura Indômita (que porra de nome é esse?). Depois do sucesso de Onde os Fracos Não tem Vez, aposto em outro faroeste deles.




Jennifer Aniston, em entrevista, alegou estar farta de comédias românticas, e à procura de mais ação em sua vida. "James Bond, glamour, Daniel Craig... Seria divertido pra caramba". (é, depois de perder o Brad pra Lara Croft, ela finalmente se tocou...).



Depois de correrem boatos de que o novo filme do Nicolas Cage e Eva Mendes, Bad Lieutenant, sairia direto para DVD - por um anúncio inocente em um site, que foi mal interpretado -, o Cinema Blend afirma que realmente eram só boatos, mas que não serão muitas cópias divulgadas. (não entendo o motivo de tanto bafafá, porque os últimos filmes do Cage...)



Mais vídeos sobre Lua Nova e uma paródia divertida sobre a Pixar:
TV Spot


Vampiros brigando entre si



Pixar - Abertura de 1986


Paródia (muito bom!)





segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Despertar dos Mortos


"Quando não houver mais espaço no inferno, os mortos caminharão sobre a terra."

Assim que o 2T comentou sobre a Semana dos Mortos Vivos, fiquei um pouco relutante, mas topei. Afinal, nada mais divertido do que ver mortos-vivos caminhando pela terra. Fui logo atrás dos clássicos do George Romero, e me deparei com esse belo filme.

Despertar dos Mortos - ou, no original, Dawn Of The Deads - é confuso, sem lógica e sem senso. Tá, você me pergunta, e desde quando filme de zumbi tem alguma coisa além de seres bizarros, burros e famintos por carne humana? Fãs de Romero que me perdoem: zumbis com uma maquiagem branca azulada e seu sangue/tinta? Ah nem. Faltou paciência para terminar as longas 2h19min do filme. Mas é aquela coisa né? A linha que separa o genial do imbecil é muito tênue...

A história - se é que pode se chamar de história - é a seguinte: DO NADA, isso mesmo, exatamente do nada começam a surgir criaturas mortas-vivas, e os especialistas, alarmados, tentam entender o que são, o que fazem, o que querem, e como fazer para sobreviver. A cena inicial é numa rede de TV, onde acontece um debate sobre isso. Os personagens "humanos" se unem e vão para um shopping, onde tentam sobreviver e pensar num plano. O que era uma luta pela sobrevivência, no entanto, acaba se tornando diversão. E talvez agora, depois de assistir ao filme, eu consiga entender um pouco da crítica de Romero. No shopping, os "humanos" se deliciam comprando roupas, alimentos, se divertindo, e vivendo uma vida tranqüila. Crítica ao modo de vida? Enquanto os zumbis se arrastam de um lado para o outro, movidos pelo único instinto que se manteve presente - o da sobrevivência -, os "humanos" vão se transformando, pouco a pouco, em animais, quando, por exemplo, um grupo de "motoqueiros caçadores de zumbi" invadem o shopping e transformam a matança numa brincadeira desgovernada. Sutil e irônico, tenho que admitir.

Apesar de ser cansativo, não ter um roteiro, não ter maquiagem decente e não ser nem um pouco empolgante, Despertar dos Mortos marcou na trilogia de Romero por abrir mão disso para inserir uma metáfora à sociedade da época. E depois dessa, o diretor ganhou o meu respeito!

domingo, 25 de outubro de 2009

A Noite dos Mortos Vivos


Um cemitério a x milhas (1 milha = a x Km façam seus cálculos) de casa.
É onde Barbara e Johnny se encontram para homenagear sua falecida mãe.
Um cemitério bonito num morro de grama verdejante... Um zumbi caminhando por entre os túmulos... Sabe como é... Nada fora dos padrões... (na verdade até agora no filme, a coisa mais estranha é o fato de já ser 20:00 e o sol ainda estar brilhando...)

Uma ótima introdução para um filme de Terror que me foi apresentado nas tardes de Cine Trash da Bandeirantes (quem não se lembra do zé do caixão as 15:15?) e que trouxe (pelo menos pra mim) os zumbis para a vida cotidiana.
Este filme é o clássico dos clássicos no que diz respeito a zumbis, pois George Romero foi o primeiro a usar a idéia de zumbi como um morto que volta à vida. (no primeiro filme de zumbis “white zombie” - 1932, de Victor Halperin seres humanos comuns se transformavam em zumbis após tomar uma poção mágica de um bruxo.)

Mas vocês sabiam (sim, não são todos que sabem, eu mesmo não sabia.) que este filme de 1989, é uma refilmagem de 1968? Tudo bonitinho, mesmo título, diretor, mesmo roteiro e etc. a única diferença são os efeitos que avançaram e MUITO! Mas que não necessariamente tornaram o filme melhor ou mais assustador (mais uma vez deixo aqui a minha impressão de que o filme de 68 apesar de efeitos piores, dá muito mais medo!) Não sei dizer se é a trilha sonora, se é o fato de o filme ser em preto e branco, se é a apropriação da estética expressionista ou se é tudo junto e mais um pouco. Enfim só sei que o de 68 é mais assustador.

Vamos voltar à história.
Como já disse o filme começa com Barbara e Johnny indo visitar o tumulo de sua mãe, e sendo atacados por um zumbi. Apesar de a versão de 1968 que eu assisti era uma versão de comemorativa que onde temos uma seqüência introdutória.
1 - Com dois homens carregando um caixão de um criminoso que acabou de ser executado na cadeira elétrica.
2 - O padre “rezando” pela Alma deste criminoso “…Oh Lord, I’m not asking you to forgive this soul, I’m just asking for justice...”
3 – O padre vai embora, e os dois homens vão enterrar o criminoso mas ele se levanta e tenta atacar os dois que saem correndo.

Gostei demais desta seqüência da versão original por elas mostrarem a preocupação moral inexistente na época (pelo menos para os padrões nos quais nós fomos criados) provavelmente este seja o fator que me dá mais medo deste filme.

FOCO Junnel FOCO! Mais uma vez de volta à história. Johnny é assassinado após uma luta braçal com o zumbi enquanto Barbara consegue fugir para o carro, mas perde o controle e bate (mulher no volante né...) sendo então obrigada a fugir a pé. Barbara corre até alcançar uma fazenda no meio do nada.

Agora, imagine-se na pele desta mulher que nunca viu um zombie walk,nunca assistiu qualquer filme de mortos-vivos enfim, não sabe o que é um zumbi, e nem como matá-lo (acredito que a humanidade esteja muito mais preparada para sobreviver a um ataque de zumbis do que a uma bomba nuclear) e que ao visitar o túmulo da sua mãe, é atacada por um zumbi que assassina seu irmão. Ela foge desnorteada e encontra uma fazenda por perto. Ao chegar lá não encontra nada além de mais dois zumbis. Até que de repente escuta uma caminhonete chegando. É Ben que chega como um salvador, e é quem da um sacode em Barbara para ela então se tornar a Jill Valantine da década de 90 (este sacode não funciona na versão de 68).

Esta falta de noção de o que está acontecendo é um outro ponto forte do filme, pois, atualmente a população mundial está mais bem preparada para sobreviver a um ataque de zumbis do que a um assalto no ônibus. Na época em que ele se passa, com todos os conceitos de moral e religião, matar um outro ser humano era uma idéia horrível (ainda continua sendo), mas se eles soubessem que aqueles seres humanos já estavam mortos, tudo seria mais fácil.

Eu Recomendo este filme DEMAIS! Muito MESMO e dou 5 cérebros pra ele.
olhem uma comparação dos personagens








PS: O filme faz parte do domínio publico, ou seja, você pode fazer download dele sem ter que pagar nada, e nem precisa ter medo de o FBI invadir a sua casa.
O link do filme no youtube esta aqui.
http://www.youtube.com/watch?v=BBc18J5cUcs

PS2: Descobri uma porrada de filmes de terror das antigas que são parte do domínio publico.

PS3: Ok galera vou me despedindo por aqui.

O Voo da Morte



Depois de SNAKES ON A PLANE, virou moda criar histórias sinistras que se passem dentro de um avião. A mais atual é DEAD PLANE e substituindo as cobras, nós temos ZUMBIS. É! Dessa vez são MOTHERFUCKING ZOMBIES ON THE MOTERFUCKER PLANE! Não existe nenhum nome conhecido no elenco do filme, exceto pelo pelo público da série HEROES, que vai reconhecer o Papa Suresh. Mas isso não importa muito, já que as pessoas que decidirem perder o tempo assistindo ao filme, sinceramente, não estão atrás de rostos conhecidos, não é verdade?

Acabei de assistir e é uma merda. Pelo menos uma cena é “memorável” : um dos zumbis morre com um GUARDA CHUVA enfiado na cabeça. Ao contrário do SNAKES ON A PLANE, não existem frases engraçadas! Putz! Chorei de rir com o Samuel L. Jackson e seu bordão “clássico”. Sem lembrar da gordona que se realizou com a serpente ou os comentários “AHHHH, TEM UMA COBRA NO MEU PEITO” , “IAUUU! TIREM ESSA COBRA DA MINHA BUNDA” e ( a minha preferida ) “SOCORRO!!! A COBRA PEGOU MINHA COBRA!!!”.

Aguardo ansiosamente pela próxima aventura “aérea”. Quem sabe ursos polares com raiva ou formigas africanas com cabeça roxa?


direto do extinto fotolog

Semana dos Mortos-Vivos

Filme de zumbi é muito clássico. Acho que todo mundo ao menos uma vez na vida já viu um! Eles são lerdos, tapados, desengonçados e enrolados! Os filmes são toscos, com péssimas interpretações e absurdamente óbvios e previsíveis! Mesmo assim, TODO MUNDO GOSTA DE UM FILME DE ZUMBI! E na semana do Halloween, o Cinema de Buteco te presenteia com uma resenha dos melhores (e piores) filmes de Zumbi desde 1900 e minha avó de sutiã, até atualmente! Teremos clássico como os do George A. Romeo e Lucio Fulci, até os remakes e as adaptações de Resisident Evil! Portanto, pegue seu taco de beisebol, sua shotgun, seu kit de primeiro socorros e divirta-se essa semana aqui, no meu, no seu, no nosso Cinema de Buteco! :D

25/10 - O Vôo da Morte (2T)
25/10 - A Noite dos Mortos Vivos (1968) x (1989) (Junnel)
26/10 - Despertar dos Mortos (Fla)
27/10 - Dia dos Mortos (Wonka)
27/10 - Fome Animal (Paio)
28/10 - Resident Evil: O Hóspede Maldito (Tainã)
28/10 - Eu Sou a Lenda (Thaynara)
28/10 - Terra dos Mortos (João Andrade)
29/10 - Resident Evil 2: Apocalipse (Tainã)
29/10 - Extermínio (Fred)
29/10 - Diário dos Mortos (Fla)
30/10 - Resident Evil 3: Extinção (Wonka)
30/10 - Zombi II (a.k.a. Zombie Flesh-Eaters) (Wonka)
30/10 - Madrugada dos Mortos (Fred)
31/10 - 10 perguntas Shaun of The Dead (Junnel)
31/10 - Shaun of The Dead (Fla)
31/10 - REC (Wonka)

sábado, 24 de outubro de 2009

As Mais Belas Histórias de Amor - Parte 11: Jules e Jim

(Jules et Jim) De François Truffaut. Com Jeanne Moreau, Oskar Werner, Henri Serre.

Uma série sobre filmes de amor não poderia excluir Jules e Jim, clássico da Novelle Vague e obra prima de François Truffaut. Uma bela amizade, uma bela mulher, um amor que pretende ir além de tudo aquilo que já viveram ou que poderiam viver. Mas será isso possível?

Quando se conhecem Jules (Oskar Werner) e Jim (Henri Serre) tornam-se instantaneamente amigos. Cada um tem seu modo específico de tratar as mulheres, de se relacionar com elas. Um é mais conquistador, outro mais tímido talvez mais romântico. Nada que os separasse. Afinal suas diferenças eram sempre tratadas com certo carinho. E respeito principalmente.

Ao conhecerem Catherine (Jeane Moreau) a atração é quase automática. A princípio apenas pelo fato de que ela se parece com uma estátua que haviam visto, cujo sorriso era algo tão belo que nunca poderia ser encontrado no rosto de uma mulher. O encontram finalmente. Os três passam a desenvolver uma relação atípica, onde o limite entre o amor vivido (aquele entre Jules e Catherine, ou até mesmo entre Jules e Jim) e o amor velado (aqui o sentimento de Jim e Catherine) é sempre o referencial, e sem querer o trio se apercebe de que o amor é demais para duas pessoas apenas.

Na verdade Catherine é mulher demais para dois homens. É mulher demais até para si mesma. A todo o momento mutante, dominadora ao mesmo tempo em que é carinhosa, egocêntrica, cruel ao mesmo tempo em que é doce. Capaz de trair e de fazer as mais belas declarações de amor. Do seu jeito. Afinal uma coisa não anula a outra. Entenda quem quiser. Ou conseguir.

O fato é que nessa delicada relação o dado do respeito ao outro e aos seus limites (que mesmo nesse ideal de “amor livre” aparecem) é sempre presente. E isso é a coisa mais bonita do filme. A cumplicidade, o acordo estabelecido sem palavras ou contratos. Apenas com a vivência que fez com que as coisas tomassem seu lugar. E fez com que esses três amantes se dessem conta de que não poderiam viver um sem o outro.

O tempo, a guerra, as brigas, as mágoas, as frustrações e as alegrias: tudo isso atravessa o filme e a relação de Jules, Jim e Catherine. O projeto de amor pensado por eles (principalmente por ela eu diria) não pode se manter. O tal amor livre dá conta de certas carências dos três, mas não de todas. A maturidade, o choque de realidade são mais fortes, e o amor, que parecia ser eterno, perfeito, imaculado, acaba. Catherine não sabe mais viver de outro jeito. Resta a ela um ato meio louco, meio inocente para selar uma união que nunca se deu de fato. E aí vem o fim.

O filme tem um ritmo rápido, mas nunca confuso. É gostoso de assistir em fim de tarde sozinho em casa. Jeanne Moreau é linda. A clássica cena dos três correndo na ponte, a música que fica na cabeça por dias (e isso não é coisa ruim)... A sensação que o filme deixa não fica muito clara. A cena final em contraposição com o que havíamos acompanhado o tempo todo é um baita choque. O amor acaba. Talvez este seja o clichê mais cruel que se conhece sobre ele.

Jules e Jim é um sonho: todos nós sofremos diante do aspecto provisório de nossos amores e esse filme nos leva justamente a sonhar com amores definitivos”.
François Truffaut (1975)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Distrito 9


De Neill Blomkamp, com Sharlto Copley, Jason Cope, Nathalie Boltt, Sylvaine Strike, John Sumner, de 2009 .

Produzido por Peter Jackson, com a direção e roteiro do estreante Neill Blomkamp, Distrito 9 vendeu, por seu trailer, uma Terra co-habitada por humanos e extraterrestres, em guerra, e aterrorizada. Em partes, é exatamente isso que o filme mostra. Mas o trailer omitiu e deixou como surpresa o melhor do filme: a relação entre terráqueos e "camarões", como são chamados.

Depois de estacionar em Johannesburg, África do Sul, os "camarões" são alocados no Distrito 9, que em pouco tempo se torna uma favela. A precariedade do local e as péssimas condições deixam o lugar, em teoria, "inabitável" - além da violência e do mercado negro de comida para gato, alimento bastante estimado por eles. Em forma de documentário, nos é passada a indignação do povo, que reclama dos gastos do governo, da situação da cidade e do distrito 9 em si, como se fossem a "praga" a ser exterminada. E é aí que entra a MNU, instituição que cuida da organização e realocação dos "camarões". Wikus Van De Merwe (Sharlto Copley) fica encarregado de liderar a operação.

O que mais me surpreendeu nesse filme foram os paradoxos bizarros. Falar dos direitos humanos dos extraterrestres, ou realocarem-os para seu próprio bem são alguns exemplos. A referência ao apartheid é gritante. A simpatia que, ao longo do filme, vamos conquistando por eles, e até torcendo contra os humanos é algo bizarro. E os direitos humanos? Fiquei realmente triste - a ponto de quase chorar em algumas cenas - e angustiada em outras. O 2T comentou da referência do clássico 1984 de George Orwell em Os Substitutos, e eu assisti o filme com isso no subconsciente. Não é que a referência (que pode ser algo da minha criação) apareceu? Mas não dá para comentar sem contar algo do filme, e isso definitivamente não irei fazer. No fim, fica aquele gostinho de quero mais, "a la" X-Men, aquela certeza de termos, ano que vem quem sabe, uma continuação. De qualquer maneira, não reclamaria se ficasse como está: intrigante e perturbador.

E fica a dúvida: quem é o mocinho e quem é o bandido? Destaque para as cenas de ação! Recomendo demais!

Trailer:

Marc Webb e Weezer: I Want you To

Para os fãs de boa música, confira agora o clipe da banda favorita do Junnel: O Weezer acabou de lançar o vídeo de "I Want you to". Dirigido por Marc Webb (que em breve vai aparecer nas páginas do Cinema de Buteco com o filme 500 dias com ela), como não podia deixar de ser, mostra a banda esbanjando humor. Super divertido!

Os Substitutos



Um dos erros mais comuns que a gente pode fazer antes de assistir um filme, é julgar o mesmo apenas pela aparência do seu poster ou pelo nome. Se for considerar que as traduções brasileiras quase nunca são boas, avaliar a qualidade de um filme pelo seu nome é ainda mais arriscado. Em Os Substitutos tive um feliz engano e me deparei com uma ficção cientifica muito mais interessante do que o poster (ou o título) apresentam.

Impossível não colocar o livro 1984 como uma das referências da história de Os Substitutos, que é baseado numa revista em quadrinhos. Além do clássico de George Orwell, os filmes Wall-e, Minority Report e Eu, Robo também podem ser mencionados como semelhantes. Com todos esses "primos", o diretor Jonathan Mostow teria que se esforçar muito para estragar tudo.

A história é bem interessante: no ano de 2054 os humanos passaram a viver isolados dentro de suas casas e agora só interagem através de andróides substitutos. Ou seja, toda a população do planeta é mantida por robôs que são cópias dos humanos, que agora ficam apenas dentro de suas casas vivendo a vida real pelos olhos de um robô. Os androides não envelhecem, não se machucam e principalmente, não possuem imperfeições ou limites. Tratando da raça humana, é óbvio, que o sexo ganhou um maior poder de fogo. Com a autoestima elevada, as festas são regadas a sexo. Ninguém vai correr o risco de fazer feio com um desconhecido, que aliás, pode não ser o retrato fiel de seu andróide. Um homem gordo e feio pode se transformar em uma deliciosa modelo e conquistar um bonitão na noite. Quem é que vai saber se é aquela ilusão é mesmo 100% verdadeira?

Mas o mundo perfeito do ócio físico dos humanos começa a ruir quando um terrorista desenvolve uma arma que consegue matar os andróides e seus respectivos humanos. Sobra para o agente do FBI interpretado por Bruce Willis resolver todos os perrengues e se ver no meio de uma trama muito mais complexa do que o esperado.

Em Os Substitutos as entrelinhas são muito mais interessantes que a trama principal. Prestem atenção! Dou três caipirinhas!



Ficha Técnica:
Os Substitutos
(Surrogates, 2009)
Dirigido:
Jonathan Mostow
Roteiro: John D. Brancato, Michael Ferris
Genêro:
Ficção-Cientifica
Elenco:
Bruce Willis, Ving Rhames
Trailer


Transformers 2 - A Vingança dos Derrotados



OK. Está provado que não consigo mais assistir aos filmes do Michael Bay. Cansei. Entrego o cargo para outra pessoa. Depois do post de A Ilha no especial do ator Ewan McGregor, nunca mais apareço aqui com um post que tenha as mãos do diretor (é mentira, mas vocês podem fingir que estão acreditando. ninguém aqui teria coragem de lançar um post sobre o clássico Armaggedon). Se o primeiro Transformers já era meio bobão, a continuação é duplamente panaca. A única compensação está na trilha sonora e Megan Fox, que logo na primeira cena em que aparece já me deixou sem ar. É que ela estava de bermuda jeans bem curtinha em cima de uma moto ultra radical. Gosto de motos, sabe?

Mas a verdade seja dita que a deliciosa Megan Fox tem um bronzeado absurdamente exagerado na série Transformers. Sou muito mais a garota com a pele transparente. Fica menos estranho. De qualquer forma, sustentar um filme voltado para o público infantil apenas na sensualidade da atriz principal e no carisma de Shia LaBeouf é arriscado. Mas tratando-se de Michael Bay, duvido que em algum momento da produção do longa ele pensou: "Ei, acho que a gente deveria trabalhar melhor esses personagens". O bom mesmo são os efeitos especiais e sonoros, que acabam deixando uma pontinha de arrependimento por não ter assistido o filme nos cinemas. (estou mentindo de novo. desculpem, mas só se a Megan Fox viesse me convidar pessoalmente que iria perder 2h30 assistindo essa bomba). Aliás, a sequência inicial é matadora! Os robos estão realmente interessantes e chamam a atenção pelos detalhes.



Antes que algum fã de Transformers ou Michael Bay (hahaha, esse eu pagava para ver) resolva vir aqui brigar comigo e o Cinema de Buteco inteiro, devo ressaltar alguns dos esforços do incrível diretor de Armageddon: o primeiro filme era bem mais concentrado na ação dos robos do que nos personagens de carne, pele, osso e coração batendo. Muitos acusaram o cara de fazer um filme com duas horas de ação ininterruptas. Pô! Eu realmente acho que, com esse elenco (exceto a atuação não tão brilhante de John Turturro) , ele deveria ter mantido a velha fórmula. Transformers 2 - A Vingança dos Derrotados dá destaque demais para os humanos. Tenta ser engraçadinho, mas será que as crianças que assistem a sessão da tarde já não estão avançadinhas demais para acompanhar filmes com um humor tão bobo? Não estou dizendo que elas não precisam ver filmes de robos alienigenas tentando dominar a Terra, só que não duvidaria se elas demonstrassem mais interesse nas curvas de Megan Fox.


O longa conta a história de Sam Witwicky, um nerd sortudo que conseguiu fazer a deslumbrante Mikaaela se apaixonar por ele. Juntos descobriram um artefato antigo que reanimou criaturas cibernéticas do bem (e claro, do mal) no primeiro filme. Como não poderia deixar de ser, eles venceram e viveram felizes para sempre por dois anos, que é quando começa o segundo filme. Aparentemente os pseudo Dragonzords (forcei a amizade agora, né?) do mal não foram extintos e estão dispostos a conseguir a sua vingança. Só que o subtítulo Vingança dos Derrotados acaba sendo uma grande redundância, ou alguém tem mesmo a esperança de que o em um filme do Michael Bay, o mal vai prevalecer?

Uma garrafa de vodka Natasha para esse filme e de brinde para quem gostar. Da vodka... haha


poster não-oficial
Ficha Técnica:
Transformers 2 - A Vingança dos Derrotados (Transformers 2 - Revenge of The Fallen, 2009)
Dirigido: Michael Bay
Roteiro: Ehren Kruger, Roberto Orci, Alex Kurtzman
Genêro: Aventura
Elenco: Shia LaBeouf, Megan Fox
Trailer