sábado, 7 de novembro de 2009

Garota Infernal



Quando vejo fotos da atriz Megan Fox e comparo com a presença dela no filme Transformers, sinto que tem alguma coisa destoante que causa certo estranhamento. Demorei um tempo para perceber que se tratava do bronzeamento. Tudo bem que ela é linda de qualquer jeito, mas eu prefiro muito mais a Megan Fox fantasminha do que a "uber brazilian color" Mikaela da franquia de Michael Bay. Em Garota Infernal, a atriz ataca do jeitinho que eu gosto e só por isso já temos um ponto positivo no filme escrito por Diablo "Ex-Stripper" Cody.


Li não sei onde que Garota Infernal é a versão de Crepúsculo para meninos. Ok. Primeiro: não é preciso pensar muito para encontrar os motivos que levam alguém a afirmar que os livros de Stephenie Meyer são voltados exclusivamente para menininhas de 15 anos. Mas porque os meninos (heteros inclusos, claro) não podem gostar também? A Bella é gostosinha, vai... Pode ter se apaixonado por um dentuço com cara de peixe morto e que brilha, mas ela é bonitinha e vale (aturar) o filme; Segundo: Garota Infernal está mais para A Mão Assassina versão feminina; Terceiro: quem foi que disse que as mulheres não vão se deliciar com Megan Fox e sua antagonista Amanda Seyfried? Nem mesmo a maior das heteros iria conseguir ignorar o vulcão de sensualidade que transparece a cada sequência do longa. Ou seja, se você leu em algum lugar que Garota Infernal é um filme adolescente idiota para meninos, repense! Pelo menos a parte de ser só para meninos.


Quando surgiram as primeiras notícias da produção, as atenções eram divididas entre "filme de terror da escritora de Juno" e "filme de terror em que a Megan Fox fica pelada" (isso não chega a acontecer durante o longa, mas sempre existem fotos de bastidores - exceto se você for um menino tarado e pervertido de 15 anos de idade, e que irá achar muito mais interessante ver a atriz se insinuando do que chegando às vias de fato. pelo menos é o que eu prefiro nessas condições). Podemos dizer que algumas expectativas foram quebradas - para não dizer estraçalhadas. Parece que Diablo Cody viajou demais na maionese e esqueceu de usar o repertório ácido que lhe rendeu um Oscar pelo roteiro de Juno. Existem sim boas tiradas de humor, mas nada que arranque risadas. A maioria é bem forçada e infelizmente, não funcionou bem. Uma pena. Já Amanda Seyfried só não rouba a cena por conta do turbilhão chamado Megan Fox. Mas verdade seja dita: a loirinha não fica devendo em (quase) nada para a encapetada cheerleader devoradora de ovos de galinha evoluídos.


Só para não dizerem que eu falei de tudo menos da história do filme, aí vai: garota metida a gostosona e com uma paixão velada por sua amiga de infância, resolve assistir a um show de uma banda promissora. O que ela não esperava é que os integrantes tivessem a ambição de serem um grande sucesso e que para isso estavam procurando uma virgem para ser sacrificada em uma oferenda ao capetão. Pois é. O problema é que a cheerleader voltou com o diabo no corpo e com necessidades fisicas agudas. O resultado é muito sangue, mortes, sedução e beijos interessantes. O típico filme de terror adolescente que ninguém mais aguenta ver, mas que não consegue perder de jeito nenhum. O que pode significar uma grande diversão. Ou não.

São 4 caipiriñas.








Ficha Técnica:
Garota Infernal (Jennifer's Body, 2009)
Dirigido: Karyn Kusama
Roteiro: Diablo Cody
Genêro: Comédia
Elenco:
Megan Fox

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Besouro



Fui assistir o tão esperado Besouro ontem no cinema e já adianto logo, estão oferecendo uma coisa nas propagandas e vendendo outra. Sai do cinema com a mesma sensação de quando fui assistir Inimigos Públicos. Mas, vamos ao filme!

Lá pelos idos de 1920, mesmo após o fim da escravidão, no interior da Bahia os negros ainda eram tratados como escravos. Em um desses vilarejos, havia um negro muito respeitado, Mestre Alípio, que estava jurado de morte. Após negligência de um de seus discípulos, Besouro, o mestre é morto numa emboscada. Daí pra frente, após uma luta insana misturando realidade, sobrenatural e religião, Besouro finalmente descobre a missão que seu mestre lhe deixou. E daí em diante temos o capoeirista tocando o zaralho com a cidade e o Coronel! Basicamente, a história é essa. É claro, temos romance, triângulo amoroso, traição, fura olho do amigo, peitinho e sexo (porque filme nacional sem peitinho não é filme nacional né?), e por aí vai.

O que mais me decepcionou no filme, é que ao ver o trailer, você imagina um filme de muita luta, capoeira, ação e aventura! Porra nenhuma! Em um trailer de 10min você consegue ver todas as lutas do filme! BRIMKS! Mas é quase isso. Não desmerecendo o filme, as cenas de luta estão impecáveis! Porém, não vá aos cinemas esperando isso. É um filme nacional para se apresentar lá fora. Fala muito da cultura da época sobre os Orixás e a capoeira e crenças e etc. Uma pena que parece meio corrido e algumas coisas não ficam muito claras, mesmo assim ficou bom. A fotografia está linda e as interpretações até que ficaram plausíveis pra um elenco iniciante!

O saldo do filme é positivo! Logo, recomendo!

FICHA TÉCNICA DA PELÍCULA:

Nome Original:
Besouro
Direção: João Daniel Tikhomiroff
Produção: João Daniel Tikhomiroff
Roteiro: Patrícia Andrade
Elenco: Ailton Carmo
Anderson Grillo
Macalé dos Santos
Flávio Rocha
Jessica Barbosa
Irandhir Santos
Lançamento: Outubro de 2009
Duração: min

Nota do Buteco: 7 Chopps!


Sherlock Holmes

Novo Poster e Trailer oficial de Sherlock Holmes.



No filme, Sherlock demonstra não apenas suas habilidades de perspicácia, mas também de luta... confesso que estou ansiosa para a estreia. Os atores são de boa qualidade, agora espero que o filme tambem seja.
Elenco - Robert Downey Jr. e Jude Law, Rachel McAdams, Mark Strong, Eddie Marsan e Kelly Reilly .

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Notas

Anthony Hopkins será Ernest Hemingway, no filme de Andy Garcia, Hemingway and Fuentes, que contará a parte da vida do escritor em Cuba, onde escreveu sua obra-prima O Velho e O Mar, com seu amigo Gregorio Fuentes - interpretado por Garcia.



Sai o primeiro poster de Machete, por Coming Soon:



Terry Gilliam, que "recém" dirigiu O Imaginário do Dr. Parnassus, vai filmar novamente Dom Quixote. A primeira tentativa, frustrada, nem chegou a ser terminada.



Salt, novo filme de Angelina Jolie:




Do Cinema em Cena:

-Em comemoração aos 10 anos de Clube da Luta, a Twentieth Century Fox Home Entertainment lançou o site Welcome to F.C..

-Robert Pattinson, "o eterno vampiro purpurinado", atuaria ao lado de Nicole Kidman em Bel Ami, que contará a história do polêmico escritor saidinho Guy de Maupassant. Mas os boatos foram negados.

-Foi divulgada a sinopse do novo filme de Nicolas Cage, Drive Angry. Confira aqui.

-Quem se lembra do jogo Tekken? Pois será adaptado, e ganhou sua primeira arte gráfica. Será?

O Solista



De Joe Wright, com Jamie Foxx, Robert Downey Jr., Catherine Keener, Tom Hollander e Lisa Gay Hamilton, de 2009.

Sabe aqueles filmes em que você fica um tanto perplexo com a atuação de um personagem? Jamie Foxx me deixou assim. Talvez eu esteja confundindo surpresa com incômodo. Nathaniel Ayers, a quem ele interpreta, é um músico sem-teto. Mais do que um talento ambulante, ele é esquizofrênico. E Foxx consegue fazer dessa mistura algo chocante.

Baseado numa história real, O Solista retrata a vida de Nathaniel Ayers, um músico talentoso que consegue estudar na famosa escola Juilliard, porém sua esquizofrenia toma proporções gigantescas. Assim, ele vai para as ruas, e, enquanto toca um violino - que, detalhe, só tem duas cordas - aos pés da estátua de Beethoven, Steve Lopez (Robert Downey Jr.) encontra uma matéria para seu jornal. Muito interessado na história, o jornalista tenta contato com Ayers, faz de tudo para tirá-lo das ruas e fazê-lo se apresentar novamente, e até consegue com que ele ganhe um violoncelo, seu primeiro instrumento. Ele só não percebe, entretanto, que está cultivando uma amizade e se tornando uma pessoa - ou até mesmo um deus - para Nathaniel.

O filme é bem interessante. É quase surreal, além de triste, querer que acreditemos que um músico com tamanho talento vá parar nas ruas. Sua relação com o jornalista Steve Lopez e com o mundo à sua volta, mas principalmente com a música, é emocionante. Jamie Foxx consegue se entregar ao papel tão intensamente que não há mais um ator ali. É ele, Nathaniel Ayers, sendo ele mesmo.

Trailer:

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Jogos Mortais 4 + Jogos Mortais 5



No começo de fevereiro fiz um breve post sobre o matador da autoajuda Jigsaw e a quarta parte da franquia Jogos Mortais. O texto era meio datado e deixava claro que, na minha opinião, não haveriam mais sequências depois de cinco filmes. Está provado o engano e antes de cometer o mesmo erro depois de assistir Jogos Mortais 6, é bom falar que a próxima sequência já começou a ser produzida e pode ser lançada em 3D. Ou seja, o cinema se tornou uma eterna vítima de Jigsaw e seus jogos.

Continuo acreditando que os dois primeiros longas não serão superados. Naquela época os filmes não pareciam ser apenas um e os flashbacks eram controlados. Em Jogos Mortais 4 e 5 fica dificil parar e lembrar exatamente que parte pertence a cada um e portanto, eis a explicação para resolver fazer apenas um post juntando as duas histórias (todo mundo sabe que é uma só, mas relevem). Jigsaw, interpretado por Tobin Bell, morreu no terceiro filme e desde então deixou um legado para ser seguido por seu discipulo. As limitações de ter matado o personagem principal são as responsáveis pela "enganação" que acontece nos filmes da série, que contam com diversas repetições de cenas de filmes antigos ou do próprio. Afinal de conta os roteiristas de Jogos Mortais não são assim tão brilhantes.

Em Jogos Mortais 4, dirigido por Darren Lynn Bousman (que escreveu o roteiro de Jogos Mortais 2), nós temos um personagem decidido a encontrar e salvar a vida de seu parceiro desaparecido. Ao mesmo tempo dois agentes do FBI começam a desconfiar que Jigsaw contou com um comparsa desconhecido, possivelmente alguém do departamento do detetive Hoffman. Só no final descobrimos que, em um recurso que já chega a ser cansativo, a história se passa ao mesmo tempo que o que foi visto no terceiro episódio.

Alinhar ao centro

Já em Jogos Mortais 5, o agente Hoffman pensava que era o único sobrevivente do "último" golpe de Jigsaw. A surpresa ficou por conta do agente do FBI que conseguiu escapar de uma armadilha e começou a desconfiar da integridade de Hoffman. Mas é claro que Jigsaw não escolheu qualquer um para ser seu aprendiz e o agente do FBI terá muitos problemas para provar que está certo.

Jogos Mortais merece a atenção justamente por estar anualmente nos cinemas do mundo inteiro desde 2004. A cada ano os sinais de desgaste ficam mais evidentes, mas quem é que vai querer desarmar essa armadilha de entretenimento que funciona e cativa vários fãs do genero. Pode ser que Jogos Mortais 7 encerre o legado de Jigsaw, quem sabe? Só não vou correr o risco de afirmar mais nada tratando-se dos filmes do assassino com as mãos mais limpas que o cinema já produziu.




Ficha Técnica:
Jogos Mortais 4
(Saw 4, 2007)
Dirigido:
Darren Lynn Bousman
Roteiro: Patrick Melton e Marcus Dunstan
Genêro:
Suspense
Elenco:
Tobin Bell





Ficha Técnica:
Jogos Mortais 5
(Saw 5, 2008)
Dirigido:
David Hackl
Roteiro: Patrick Melton e Marcus Dunstan
Genêro:
Suspense
Elenco:
Tobin Bell


terça-feira, 3 de novembro de 2009

Jogos Mortais 3


Depois do segundo filme terminar com o detetive Matthews sendo pego pelo Jigsaw - que, num incrível jogo de dissimulação o levou a crer que Daniel estava na casa, em perigo, quando na verdade, para ter seu filho, ele só teria que seguir as regras do jogo -, Jogos Mortais 3 começa dando continuidade ao terrível destino do detetive. É engraçado porque, quando você assiste, acha muito simples o fato de: simplesmente siga as regras e viva! Mas já se imaginou lá? Um maníaco te prende numa armadilha bizarra, e você só tem que ouvir o que ele diz para viver. E aí?

Mas a história é a seguinte: são mostrados alguns jogos em que as chances da pessoa escapar ou são mínimas, ou não existem. A detetive Kerry dá a dica, esse não é o estilo de Jigsaw - que, como todos devem se lembrar, não estava muito bem de saúde no filme anterior. Logo várias idéias passam por nossas cabeças, e fica a certeza de que há um aprendiz, que assumirá seu lugar. A resposta para esse e outros mistérios vão se revelando no decorrer da trama: Amanda. Em flashbacks do primeiro e segundo filme, começamos a entender a genialidade da coisa. Como foi escolhida, como foi treinada e como foi usada. É muito interessante perceber a influência que John Kramer pode ter sobre ela, explorando até o fim suas fraquezas. Paralelamente a isso, e interligado a isso, conferimos a saga de Jeff, um homem amargurado pela morte de seu filho, que vive remoendo uma vingança.

Todos a quem ele desejou a morte dependem de sua ajuda, e é incrível como, mais uma vez, quase podemos enxergar os fios das marionetes com que Jigsaw brinca. Esse talvez seja o jogo mais complexo dos filmes. É claro que em todos havia uma conexão, mas nenhum se liga de uma maneira tão dependente quanto esse. A vida de cada um literalmente depende de outra pessoa, e se isso não faz o filme ser bom, nada mais fará. São muitas respostas, e isso talvez cause uma confusão se você não está familiarizado com a história. No final, porém, - e essa é "A" sacada -, fica a mais estranha e angustiante e atemorizante pergunta: e agora, Gregório? Incrível.

A franquia Jogos Mortais é definitivamente daqueles filmes que você deve ver, se assustar e ficar ansioso, mas depois rever e entender a mágica da história conectada. E ainda assim você irá se surpreender. Recomendo e defendo esta causa!


Trailer:


Obs.: se eu acompanhasse a história desde o início, teria ficado puta com esse trailer!

Jogos Mortais 2


Lembro de ter visto o primeiro Jogos Mortais e de ter me desesperado muito. A idéia do filme – que, como o Wonka falou, não é de todo original – chamou a atenção de muita gente, e perturbou muitas outras. Por mais interessante que soasse, não conseguia assistir à tamanha tortura e permanecer “quieta”. Ignorei os outros lançamentos até ano passado, quando, então, o querido chefe 2T me intimou a ver todos os filmes para assistirmos à estréia de Jogos Mortais V.

Me senti como o Alex de Laranja Mecânica, sendo testada (e não estou exagerando). Não conseguia aceitar Jigsaw em minha vida, sua obsessão em fazer as pessoas merecerem a vida que têm. Até entender o propósito da história. Os filmes vão se completando, um após o outro, e, ou você é fisgado no início, ou você assiste a todos para finalmente se ver tomado pela narrativa. Ou você simplesmente finge que o Jigsaw não existe, e que isso não passa de um filme de terror barato, e que ainda por cima copiou a brilhante idéia de Seven.

De todos até agora, o II certamente é o melhor. Apesar da majestosa introdução que o primeiro filme faz, muitas perguntas ficam no ar – e essa é uma das sacadas da franquia, deixar sempre mais perguntas do que respostas –: quem é a brilhante mente por trás dessas engenhocas? O que o motiva? O que o faz pensar que isso não é errado? Afinal, ele só quer despertar o instinto básico de todos os animais, aquele que está adormecido no homem, a sobrevivência. Depois dos primeiros casos, os detetives Matthews e Kerry são chamados para o que parece ser mais um ato de Jigsaw. Quando as coisas vão para o lado pessoal de Matthews, somos direcionados à uma casa, onde se encontram 10 pessoas que não sabem o que está acontecendo. Amanda, porém, é a única sobrevivente do primeiro jogo, e entende bem que todos têm que seguir as regras. A situação vai se agravando quando o jogo pela sobrevivência tem seus participantes diminuídos a cada rodada, enquanto, paralelamente, o detetive Matthews se encontra cara a cara com Jigsaw, numa pressão psicológica de deixar qualquer um à beira de um colapso.

O bom de Jogos Mortais são as incríveis surpresas que são preparadas para o espectador ansioso. Se você espera pelas respostas, elas provavelmente aparecerão. Só não tenha certeza de que você quer mesmo saber. Por um final surpreendente – mas também pela forma com que o filme te prende, com um motivo consistente, com o fato de você se imaginar no jogo e morrer de pavor, e por deixar você acordado, pensando qual será o próximo passo –, considero Jogos Mortais II o melhor da franquia. Não é nada pessoal. Jigsaw quer apenas te libertar.

Trailer:

Jogos Mortais

Quando ouvi falar de Jogos Mortais, anunciavam como "O melhor thriller desde Seven." Bom, eu não tinha visto Seven então fui ver o Saw de boa! Well, o filme é foda! Outro adendo que gostaria de falar é que todos quando falam de Saw, dizem que é filme de matança e sangue, mas a história e a trama são fodas! Acredito que todos já tenham vito o filme, mas o post vai ter um pouco de spoiler! Enfim, vamos ao filme!

Acho meio difícil contar a história de Saw, mas vamos fazer isso de uma forma simples e direta! John Kramer (Tobin Bell) acha que algumas pessoas estão desperdiçando suas vidas e resolve testar sua vontade de viver, encarnando o personagem Jigsaw e colocando essas pessoas em jogos mortais. A pessoa tem chance de sair viva, mas vai ficar marcada pra sempre pois precisará fazer um auto-sacrifício. O filme se passa basicamente em 2 partes: a polícia achando os mortos pelos jogos de Jigsaw tentando achar seu rastro e em um jogo, num tipo de vestiário abandonado onde estão o Dr. Lawrence Gordon (Cary Elwes) e o fotógrafo Adam Faulkner (Leigh Whannell), ambos acorrentados pelos pés com um serrote (Saw, ãh-ãh, sacou?) em mãos, um corpo entre os 2 com um gravador com recado pedindo para ser tocado e uma arma na mão. A fita gravada diz que Adam precisa fugir do jogo e o Dr Lawrence tem que matar Adam ou sua mulher e filhas morreriam e ele ficaria ali para sempre. Interessante né? Então. basicamente o filme é isso. Alguns detalhes sórdidos como somente 1 pessoa escapou viva de um dos jogos de Jigsaw, todos acham que ele trabalha sozinho, essas coisas!



O que mais gostei na franquia Saw, é a conexão feita entre os filmes. Sabe, fodam-se as mortes e o sangue! Prestem atenção na história! TUDO é interligado! Nada é sem explicação! Acho que o sucesso de Jogos Mortais não está na matança que ele promove, mas sim em, por 5 filmes, conseguir juntar as histórias e formar algo coerente e criativo! Sim, Jogos Mortais é criativo! A idéia é descaradamente chupada de Seven, mas convenhamos que, falando de história, Saw vem renovando e provando que consegue levar a franquia até o 10º capítulo! Mesmo com John Kramer/Jigsaw morto há muitos filmes atrás! Digam o que quiser, eu defendo a franquia Saw e recomdendo SIM!





FICHA TÉCNICA DA PELÍCULA:

Nome Original:
Saw
Direção: James Wan
Produção: Gregg Hoffman
Oren Koules
Mark Burg
Roteiro: Leigh Whannell
Elenco: Leigh Whannell
Cary Elwes
Danny Glover
Monica Potter
Michael Emerson
Shawnee Smith
Tobin Bell
Dina Meyer
Lançamento: Outubro de 2004
Duração: 103min

Nota do Buteco: 9 Chopps!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Notas

Para os fãs do Heath Ledger, confira o vídeo clipe que o cara dirigiu antes de falecer! Clique!



P
utz, que tosco! Depois do buzz de Atividade Paranormal (breve aqui no Cinema de Buteco e nos cinemas brasileiros), já se falam em Bruxa de Blair 3. Será que não existe desconfiometro em Hollywood?



Cabin Fever ganhou uma continuação. Não tem Eli Roth e nem decência. Recomendo! haha


F
ãs do antigo game Prince of Persia (sempre caía nos espinhos...) estão certamente ansiosos e cautelosos para conferirem a adaptação. Saiu o primeiro trailer, e pode-se esperar muita, mas muita ação: